Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Palhaça CHiMOMi_turnê Goiás 2017

E em Junho começa a turnê da CHiMOMi 
por 10 municípios de Goiás!

São apresentações gratuitas do 
Espetáculo "A bOla" 
e
oficinas de malabares 
para crianças das escolas da rede pública de ensino de

ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS, NOVO GAMA, FORMOSA, POSSE, CAMPOS BELOS, GOIANÉSIA, ITAPACI, PIRANHAS, JUSSARA e PALMEIRAS.

Com Flávia Cunha Chimomi e músicas de Val Azevedo.

Apoio: Fundo de Cultura do Estado de Goias, SEDUCE 
Produção Fernanda Botelho
(foto divulgação: Ana Póvoas)

Acompanhe mais no site: www.chimomi.com 

e no Facebook: chimomi.chimomi








domingo, 16 de agosto de 2015

Código Original de Transcendência _ HALU GAMASHI

Texto e imagens retiradas de https://www.facebook.com/PenseLivreII?fref=ts :

"Todos as pessoas possuem um DNA energético . Após 30 anos de estudo e pesquisa sobre este DNA encontrei uma fórmula para calcular. Este trabalho já foi feito há muitos séculos com os filósofos Naturais Ancestrais. Porém, precisava ser atualizado e eu dediquei 30 anos da minha vida para fazer esta atualização e batizei este trabalho com o nome de Código Original de transcendência.
É um mapa que desvenda e revela instruções para aberturas de caminhos, forças e fragilidades pessoais entre outras informações que nos auxiliam a prever e prevenir nossa jornada. Para maiores informações escreva para halugamashi@halugamashi.org.






Conquistar forças. Transcender. Adaptar-se as mutações. A hora é agora! 
Um novo conceito de saúde, incluindo energias que estão esperando para serem resgatadas da glândula pineal.





Mapa do Código Original de Transcendência.
Idealizado e desenvolvido por Halu Gamashi. 

Após 30 anos de estudos e pesquisas teóricas e praticas no Brasil e no Exterior . 
Mais informações através do e-mail halugamashi@halugamashi.org








MAIS INFORMAÇÕES: www.penselivre.com 










quarta-feira, 10 de junho de 2015

CHiMOMi no NORDESTE!

 O espetáculo teatral "A bOla"
trabalho solo autoral da 
atriz e psicóloga  +Flávia Cunha  
foi contemplado no 
Edital Cultural Banco do Nordeste 2015 - Lei Rouanet.

Serão apresentações de teatro com a CHiMOMi e 
Oficinas de teatro para crianças, 
tudo 
Gratuito!!!


E conheça nossa fanpage no Facebook:

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Quintal Infâncias - BAHIA

A construção do exemplo de que 
sempre nos há a possibilidade 
da Infância nos Quintais 
e dos 
Quintais das nossas Infâncias!


   


 E também acompanhe as novidades em: 
 http://diarioquintal.blogspot.com.br/


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

"O que você está escutando?"

Texto originalmente publicado no
JORNAL Agita Pirenópolis
dia 30/set/13



Nesta coluna quinzenal acabo abrindo espaço para discorrer sobre situações no meu cotidiano de trabalho com áreas ligadas à Cultura, Arte e Saúde. São acontecimentos que, de certa forma, me afligem e também preocupam… Aí percebi  que: 1) ou posso ficar reclamando e colocando a culpa (sempre) no outro, seja este outro uma pessoa, governo, instituição; e noto que, se fico nesta postura, me redimo erroneamente e” finjo” esquecer que sou pessoa vivente numa sociedade que também é construída por mim; 2) ou então posso me ocupar em fazer!
E aprendendo a me ocupar em fazer, compartilho mais este texto! Já agradeço por todos os comentários e mensagens que tenho recebido de amigos, conhecidos e de pessoa que ainda não conheço pessoalmente (mas já estamos conectadas virtualmente!): estamos fazendo juntos! Continuem “postando” suas críticas e observações; estou escutando…


     Hoje deixo aqui registrado a ocasião em que eu estava em aula com crianças, entre 10 a 12 anos, que começaram a cantar. Eu não conhecia a musica e por isso perguntei qual era, apesar de – somente pelo ritmo/”batidão” – já ter uma prévia do que se tratava. O tema daquela aula era ARTES e, aproveitando o gancho, perguntei se aquela musica, especificamente, pode ser considerada uma obra de arte.

Após um certo silêncio, um arriscou:
- É arte sim, pro.
- Por que você acha isso? – perguntei
- Porque a musica é um tipo de arte
Sim, a musica é umas das expressões da ARTE. Mas o que faz esta musica que você ouve e canta ser considerada uma arte? Vocês já pensaram sobre esta música que vocês cantam? Como é a letra? Sobre o que ela conta?
Novamente silêncio; pensavam. Após um tempo:
- Ih, professora, não fala nada de bom não… é só “o cara, as minininha…” (e fez uma careta e um gesto acompanhando esta última frase).
 Continuei:
- Pessoal, considerando que um dos papéis da ARTE é nos fazer pensar, ter outras idéias, idéias que nos acrescentam positivamente; e possibilitar uma outra maneira de lidar com a vida. Assim, posso dizer que esta musica que vocês cantavam agora pouco não é uma obra de ARTE. O que vocês acham?
- É… se a gente for pensar, pro…
- Não tem mesmo nada de bom pra aproveitar da musica… – outro completou.
E uma das alunas disse:
- Mas a minha mãe escuta comigo esta musica!
Confesso que fiquei triste com este argumento. E expus isso a ela:
- Fico triste em saber disso. Há tanta musica com conteúdo legal pra gente escutar…
- A gente não escuta mais as musicas de antigamente… – falou outro garoto.
- É, é essa a musica é a que todo mundo escuta hoje!. – disse uma segunda menina.
- Sim, e há sessenta anos atrás, por exemplo, “todo mundo” ouvia o que hoje chamamos de musica clássica, uma das “musicas de antigamente”, como você disse. Alguém já escutou este tipo de musica em que há instrumentos, sem voz humana?
De um grupo de quase dez crianças entre 10 e 12 anos, numa escola particular, só um levantou a mão:
- Eu já, a do cara que era surdo e que tocava piano!
Acrescentei:
- Beethoven foi um musico alemão que, já adulto, começou a perder progressivamente a audição. E mesmo com esta dificuldade continuou compondo e tocando músicas. E há menos de cinquenta anos atrás suas musicas eram uma das que todo mundo ouvia.

E assim fomos conversando… por fim, ficou acordado que eu levaria outros tipos de musicas para que pudessem conhecer e assim saber se gostariam ou não: instrumental (clássico e contemporâneo), musicas de “raiz”, outras tradicionais brasileiras, enfim… selecionei um repertório diversificado, diferente do que conhecia a maioria dos alunos,  que começavam a se abrir para escutar outras coisas através da música.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

"ELES" NÃO SÃO VERBO!


Texto publicado no Jornal Agita Pirenópolis

http://araka.com.br/index.php/as-100-melhores-fotos-de-arte-urbana-de-2011/
http://araka.com.br/index.php/as-100-melhores-fotos-de-arte-urbana-de-2011/

"ELES" NÃO SÃO VERBO!
Preciso repetir tanto esta frase! E, o pior, é que continuo repetindo… Onde? Com crianças e adolescentes. Português: na frase “Eles desenham no papel”, qual é o verbo? Quase todos respondem “Eles”. “’Eles’ não são verbo!”.
Há alguns anos tenho trabalhado com crianças e jovens com dificuldade de aprendizagem. Sem entrar em pormenores, penso que vale a pena relembrarmos que, não faz muito tempo, nas escolas públicas brasileiras tínhamos aulas de latim e francês, por exemplo. E o principal veículo de comunicação em larga escala na época, a RÁDIO, contava histórias de livros de Jorge Amando, Graciliano e Guimarães. Liam-se LIVROS, e não “o xerox do resumo do comentário feito a partir da sinopse de uma resenha” (pode lhe parecer exagero, mas esta é a impressão que tenho!).
Isto é muita diferença! Não faço aqui uma apologia ao passado nem à língua estrangeira em detrimento do nosso riquíssimo idioma, mas fato é que as nossas crianças, que no geral hoje mal reconhecem a diferença entre verbo, sujeito e objeto numa frase simples usada por elas cotidianamente, estão bastante aquém de compreender aquilo que outrora, poucas décadas atrás, crianças também brasileiras eram capazes de assimilar. E hoje há ainda recursos como previsores para mensagens de texto, abreviações e emoticons, em que cada vez mais escreve-se menos.
Pontuo que o “falar errado” inseridos nas variantes linguísticas deste nosso amplo território, é diferente; gosto e me identifico com a linguagem coloquial, com seus neologismos e palavras oriundas de um saber popular. Estou cá discorrendo sobre “a linguagem” com crianças e jovens em idade escolar e que frequentam escolas, que ao menos poderiam conhecer a existência de uma “norma culta” nas apostilas e xerox que deveriam ler.
E por que escrever bem é importante? Vários fatores, e dentre eles, porque nossa sociedade define-se como portadora de uma tradição escrita e não oral; dois, a relação entre LER e ESCREVER é diretamente proporcional: quanto mais se lê, maior a probabilidade de escrever mais e melhor (e vice-versa), aumentando o vocábulo e vocabulário, as conexões e sínteses entre as idéias, ampliando o horizonte cultural, social e político. E, como consequência, podemos incluir uma maior consciência enquanto pessoa, enquanto cidadão de uma nação em transformação.
Vamos lá: quem é que lucra quando o nosso país é composto de populosa massa de analfabetos funcionais? Uma populosa massa que sabe escrever seu nome, somar 2+3 e comprar o leite certo, mas é incapaz de interpretar corretamente o que lê, de definir e argumentar suas escolhas, de fazer um pensamento critico a respeito daquilo que vê e ouve , de discernir sobre acontecimentos cruciais na história de seu próprio pais. “Brasil, mostra a tua cara, eu quero ver quem paga pra gente ficar assim…” canta Cazuza.
Ouso dizer que já começamos a ver o desdobramento destas “lacunas” na “língua mãe”. Não sei se você, que lê este meu texto, concorda comigo, mas acho eu bastante degradante e preocupante o que considera-se como “letra de musica”, “filme”, programas de televisão… Cadê a poesia, a sutileza, a criatividade, o humor informativo? Cadê a literatura, a musica, a Arte como vanguarda de uma sociedade mais sutil e inteligente?

Só por curiosidade peça a uma criança, que já passou pela “idade de alfabetização” (conforme o Pacto Nacional pela Alfabetização, acima dos 8 anos de idade), para identificar o que é verbo e o que é sujeito numa frase; nem pergunte o significado, apenas que exemplifique. E, se quiser arriscar mais, peça-lhe um exemplo de concordância verbal. Se ainda não bastar, de supetão pergunte a letra de uma musica que ela mais gosta de ouvir com seus colegas. Cadê? Me diga se você, caro leitor, encontrou. Eu continuo procurando.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O que deixamos ver de nós? - JORNAL


Texto publicado no JORNAL AGITA PIRENÓPOLIS
03/set./2013


(Imagem: desenho M.C. Escher)

Na minha coluna inaugural, cerca de quinze dias atrás, pontuávamos sobre a visão (um dos cinco órgãos dos sentidos) e os estímulos cerebrais aos quais nos submetemos diariamente.
Leia também: O que você está vendo?
Discursando um pouco mais sobre o assunto, vamos continuar “vendo”… E como tudo tem sempre dois lados, digo que na outra ponta do “estar vendo” está o “ser visto”. Ser olhado; aparecer, informar. Se mostrar, expor.
Soube, pelo Facebook, de uma filmagem bastante interessante. Não sei se posso disponibilizar aqui o link, mas certamente posso descrever sucintamente o conteúdo do vídeo. Feito na Bélgica e com um pouco mais de dois minutos de duração, mostra um homem com “poderes” de ler a mente, de adivinhar sobre a vida das pessoas que fortuitamente aceitam o convite para entrar na sua tenda, montada na rua. São informadas de que será uma gravação para um programa de televisão prestes a estreitar. Dentro da tenda, o homem começa a falar sobre aspectos do cotidiano de cada uma daquelas pessoas: viagens, amigos, casa, carro, informações e movimentações sobre conta bancária, comportamentos e hábitos pessoais de cada um.
Obviamente, quanto mais o homem vai “adivinhando” os fatos ocorridos na vida daquelas pessoas, mais elas vão ficando surpresas, claro! Acham incrível o “poder” daquele homem!!!
Repentinamente, desce ao chão uma cortina. E neste instante é revelado “a mágica por trás da mágica” da adivinhação: a cortina escondia uma equipe de pessoas trabalhando com computadores, conectados à internet, que rastreavam todas as informações online e, através de um ponto de escuta, em tempo real transmitiam estas informações ao “homem que lia a mente” das pessoas. Estas, ao verem online suas informações, ficavam ainda mais espantadas! Outras entravam em choque ao olharem suas imagens nas telas!
O término vem com frases de alerta: “Sua vida inteira está na internet. E poderia ser usada contra você. Seja cauteloso.” (tradução livre).
Achei o vídeo bastante ilustrativo e elucidativo. Continuei a pensar no que estamos vendo e o que estamos permitindo que vejam de nós, sobre nós; o modo como expomos a nossa vida “off-line”-“online” e vice-versa. Todos nós, adultos, jovens e crianças. Nos adolescentes, é comum a troca de senhas entre “amigos” e “namorados” para que tenham acesso às plataformas de mídia do outro, tais como Facebook, MSN e afins. Podemos também considerar o aumento de crimes virtuais e cyberbulling.

Numa rede mundial, globalizada, deixamos aí conteúdos para que qualquer pessoa, a qualquer hora, de qualquer computador ou celular (desde que esteja online), possa ter acesso sobre qualquer informação/foto/mensagem que disponibilizamos. O que estamos permitindo que vejam de nós? Como está sua vida online? Sem moralismos e com um pouco mais de cuidado, valeria a pena vermos com mais zelo este assunto.



segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"O que você está vendo?"


É esse o título do texto inaugural
da minha coluna quinzenal
 no JORNAL AGITA PIRENÓPOLIS!

Convido todos para esta estréia!
http://www.agitapirenopolis.com.br/o-que-voce-esta-vendo-10670















Aos conhecidos e (ainda) desconhecidos que curtiram,
compartilharam e opinaram, obrigada!!!

E se quiserem enviar opiniões e sugestões de temas,
fiquem à vontade! São bem-vindos!

Pode ser pelo Face (na página do Jornal ou no meu)
ou pelo meu email: flaviacunhaflavia@gmail.com

Até breve!
Flávia Cunha



domingo, 11 de agosto de 2013

Demarcação território indígena_PEC 215


Na quinta postei um Atlas Interativo da UNESCO, onde há o registro das poucas línguas indígenas que ainda nos restam.

Vale lembrar que numa sociedade de tradição oral, como são as etnias indígenas em solo brasileiro (que antes de ser brasileiro sempre foi indígena), a língua "falada" é a expressão viva da cultura, transmissão de valores e sabedoria ancestral, passando por gerações através da comunicação oral.

Há a escrita e alfabetização bilíngue, mas este é um processo ainda nos primeiros passos, cuja construção recente não comporta os séculos de vidas, experiências, valores, conhecimentos e saberes das sociedades indígenas.

Assim, não é "só" uma língua a menos; é a extinção de uma cultura e tradição secular que habita este território. No mínimo é isso que acontece. Não vamos esperar mais alguns anos para saber o máximo.

Achei este vídeo sobre o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 215, que foi aprovado.
O vídeo foi feito ano passado, mas a polêmica continua atual. Assista:




Para ler sobre a PEC 215:
http://desacato.info/2013/05/pec-215-transfere-decisao-de-demarcacao-de-terras-indigenas-do-executivo-para-o-legislativo/


A situação da PEC 215 na CÂMARA DOS DEPUTADOS:
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=14562


E para conhecer um pouco do trabalho do Cacique Raoni:
http://raoni.com/atualidade.php




terça-feira, 30 de julho de 2013

Outro Espaço! CONVITE!!!


Pessoal,

De coração aberto agradeço a todos pelas carinhosas mensagens e incentivos que recebi pela minha apresentação na comunidade indígena como PaLHaÇa CHiMoMi.
Fiquei bem feliz! Duplamente: uma pela condição de ter vivido aquele momento, 
e outra por ter encontrado espaços acolhedores do meu relato.

Depois, mensagens, compartilhamentos, e-mails, me fizeram pensar na qualidade e quantidade das informações por nós recebidas, lidas e enviadas todo o tempo.
Pensei numa possível real importância e necessidade das informações que, conscientemente e subjetivamente, “nos acessam” diariamente.

Vivenciei algo que me foi importante, que me fez abrir olhares sobre alguns aspectos (de  mim mesma) e senti necessidade de dividir isto. E então... para isto temos net!

Coisas existem e precisam existir;
o diferente é parte de cada um de nós na medida que nos tornamos “indivíduo”. E assim podemos começar a pensar e agir deixando de lado a mediana média do padrão convenientemente estabelecido.

Caberia a pergunta “Convenientemente estabelecido por quem e por quê?”, mas não vou por aí - ao menos agora - pois aqui faço um CONVITE pra amigos, amigos de amigos, desconhecidos (ainda) e inimigos (por que não?!):

Deixo no meu blog um espaço aberto para quem tiver vontade de também dividir suas vivências, notícias, artes, pensamentos... enfim, diferenças que nos apontem a construção de um ser humano melhor.

escadaria da Gruta Azul
Chapada Diamantina/BR 
Seria este mais um OUTRO ESPAÇO... Se vai “servir” para alguém, não sei responder; o primeiro espaço já serviu, e muito, para mim! E eu já sou um.

Se digo que quero um mundo melhor, começo melhorando eu mesma dentro do meu próprio mundo.

Um forte abraço!

Flávia
Bahia, julho 2013



Envie para OUTRO ESPAÇO!:





domingo, 14 de julho de 2013

A "cura gay"?


Em momentos de reivindicações e protestos,
é importante pensarmos a respeito dos acontecimentos;
e assim desenvolvermos nossa própria opinião de
indivíduo e cidadão de um país democrático.
E quanto mais cedo começarmos, tanto melhor.


Lembrei-me certa vez, trabalhado com crianças, eu vestia uma blusa verde e branca. Uma delas me perguntou:
- Prô, você é palmeirense, né?
Silêncio na turma, todos me olhavam: eu estava na periferia de São Paulo. E o assunto era futebol.
- Por que a pergunta?
- A sua blusa! Se você torcesse pra outro time não tava com essa blusa!!!
- E quem "nasceu primeiro": a cor ou o seu time?
Após alguns segundos de caretas e reflexões, com auxilio dos amigos, veio uma titubeante resposta:
- Ai, prô, foi a cor... ela já tava aqui antes!
-  Que bom! Eu já estava começando a achar que você pensava que toda árvore torcia para o Palmeiras e que toda noite escura era corinthiana.
- Ih, prô, é mesmo, não é assim não...
- Então posso vestir a cor que eu gostar sem precisar torcer para o seu time. E você também.


Aqui está um texto que pode auxiliar nas reflexões:

http://terrenobaldiohg.blogspot.com.br/2013/06/a-cura-gay.html




domingo, 5 de maio de 2013

UM VAGA-LUME_H.G.

Quando li este texto na net tive vontade de colocá-lo aqui... quando você ler entenderá o porquê!!!
Super curto, mas belíssimo...




Um Vaga-Lume

               O trecho abaixo pertence, originalmente, a um email que Halu Gamashi escreveu a um amigo. Resolvemos também colocá-lo à disposição de todos na internet devido à importância e utilidade do conteúdo.


       “Eu acredito que pensar nas pessoas que amo amplia a minha humanidade, aumenta as minhas chances de humanização. É vital, primordial, pensarmos nas pessoas que amamos - todos os dias - para nos mantermos ligados à luz neste terrível momento de treva, no qual o planeta aprofunda na escuridão. E a treva, abundante, nos cega e nos põe surdos.
         Pensar em quem amamos, diariamente, sempre foi e sempre será a grande Arca de Noé que nos impediu (e impedirá) de naufragarmos nas águas mal-afortunadas, crescidas, avolumadas dos pântanos da mágoa, do terror e do egoísmo. 
         Eu venho vivendo, aqui, os meus dias buscando - neste labirinto - seguir as pegadas e rastros das pessoas nobres da espiritualidade, que deixaram, nos seus caminhos, vaga-lumes.
         Quando tenho dúvida, paro, penso e espero um vaga-lume aparecer. Quando estou certo, vou no meu rumo, acreditando no que faço, no prazer e com o prazer pelo que faço.”

                                                                   Halu Gamashi
                                                                                                        maio 2013 


Texto retirado de:
http://halugamashi.no.comunidades.net/index.php





terça-feira, 30 de abril de 2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Blog do EJA UBATUBA

Começamos mais um ano letivo, e conforme combinado envio o link do
BLOG do EJA UBATUBA, feito com matérias dos próprios alunos.

VEJA O EJA!:
http://ejaubatuba.blogspot.com.br/


Não se acanhem! Caso sintam vontade, podemos postar também texto,
poemas, músicas, fotos de trabalhos manuais...
ou o mais sua criatividade, ou a dos alunos, mandar!

Quem trabalha com EJA sabe das peculiares situações destes alunos,
por isso a idéia é contribuir com os aprendizados intra/extracurriculares 
e valorização pessoal dos alunos - importantíssimo!!! - e porque não, a nossa (professores) também!

Abraços a todos!
Flávia

contato: