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segunda-feira, 10 de julho de 2017


Um pouquinho da CHiMOMi (Flávia Cunha Chimomi) trabalhando pelo Brasil: norte, nordeste, centro-oeste, sul e sudeste... em escolas, creches, hospitais,
 APAE, praças, ruas, Circos e Teatros!


Palhaça CHiMMOMi - portfolio

Entrevistas e matérias em Jornais, Revistas e Sites; cartazes,flyers e convites de apresentações e oficinas da CHiMOMi (Flávia Cunha) em diversos locais 
do Brasil desde 2012!


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

SINTONIA, AMOR e SINCRONICIDADE_por HALU GAMASHI

SINTONIA, AMOR e SINCRONICIDADE_por HALU GAMASHI

"A sintonia pessoal é o produto, a conclusão e o resultado da soma das nossas frequências pessoais. 
Da mesma forma que uma rede elétrica atua e interage em uma casa, as nossas frequências atuam na nossa sintonia.
A sintonia é o resultado e as frequências são as parcelas que geram este resultado. 
Parece complicado, não é?"

Continue lendo o novo texto em:
http://pinealhalugamashi.blogspot.com.br/2016/08/sintonia-amor-sincronicidade.html

Texto escrito por Halu Gamhasi e
retirado do Blog PINEAL - Inteligência Espiritual por Halu Gamashi










quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Uma palhaça muda (CHiMOMi) no Nordeste!

Dois videos: um resumo da 
CHiMOMi (Flávia Cunha)
e da musicista Val Azevedo
em turnê pelo Nordeste!

Patrocínio: MinC - Banco do Nordeste - Lei Rouanet
Realização: CHiMOMi Cursos e Eventos Artísticos
Junho e Julho de 2015









E acompanhe mais:


Facebook da CHiMOMi: 

Blog da CHiMOMi: 
 e 

Site da CHiMOMi: 

Instagram CHiMOMi:

domingo, 16 de agosto de 2015

Código Original de Transcendência _ HALU GAMASHI

Texto e imagens retiradas de https://www.facebook.com/PenseLivreII?fref=ts :

"Todos as pessoas possuem um DNA energético . Após 30 anos de estudo e pesquisa sobre este DNA encontrei uma fórmula para calcular. Este trabalho já foi feito há muitos séculos com os filósofos Naturais Ancestrais. Porém, precisava ser atualizado e eu dediquei 30 anos da minha vida para fazer esta atualização e batizei este trabalho com o nome de Código Original de transcendência.
É um mapa que desvenda e revela instruções para aberturas de caminhos, forças e fragilidades pessoais entre outras informações que nos auxiliam a prever e prevenir nossa jornada. Para maiores informações escreva para halugamashi@halugamashi.org.






Conquistar forças. Transcender. Adaptar-se as mutações. A hora é agora! 
Um novo conceito de saúde, incluindo energias que estão esperando para serem resgatadas da glândula pineal.





Mapa do Código Original de Transcendência.
Idealizado e desenvolvido por Halu Gamashi. 

Após 30 anos de estudos e pesquisas teóricas e praticas no Brasil e no Exterior . 
Mais informações através do e-mail halugamashi@halugamashi.org








MAIS INFORMAÇÕES: www.penselivre.com 










segunda-feira, 28 de outubro de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"O que você está vendo?"


É esse o título do texto inaugural
da minha coluna quinzenal
 no JORNAL AGITA PIRENÓPOLIS!

Convido todos para esta estréia!
http://www.agitapirenopolis.com.br/o-que-voce-esta-vendo-10670















Aos conhecidos e (ainda) desconhecidos que curtiram,
compartilharam e opinaram, obrigada!!!

E se quiserem enviar opiniões e sugestões de temas,
fiquem à vontade! São bem-vindos!

Pode ser pelo Face (na página do Jornal ou no meu)
ou pelo meu email: flaviacunhaflavia@gmail.com

Até breve!
Flávia Cunha



terça-feira, 30 de julho de 2013

Outro Espaço! CONVITE!!!


Pessoal,

De coração aberto agradeço a todos pelas carinhosas mensagens e incentivos que recebi pela minha apresentação na comunidade indígena como PaLHaÇa CHiMoMi.
Fiquei bem feliz! Duplamente: uma pela condição de ter vivido aquele momento, 
e outra por ter encontrado espaços acolhedores do meu relato.

Depois, mensagens, compartilhamentos, e-mails, me fizeram pensar na qualidade e quantidade das informações por nós recebidas, lidas e enviadas todo o tempo.
Pensei numa possível real importância e necessidade das informações que, conscientemente e subjetivamente, “nos acessam” diariamente.

Vivenciei algo que me foi importante, que me fez abrir olhares sobre alguns aspectos (de  mim mesma) e senti necessidade de dividir isto. E então... para isto temos net!

Coisas existem e precisam existir;
o diferente é parte de cada um de nós na medida que nos tornamos “indivíduo”. E assim podemos começar a pensar e agir deixando de lado a mediana média do padrão convenientemente estabelecido.

Caberia a pergunta “Convenientemente estabelecido por quem e por quê?”, mas não vou por aí - ao menos agora - pois aqui faço um CONVITE pra amigos, amigos de amigos, desconhecidos (ainda) e inimigos (por que não?!):

Deixo no meu blog um espaço aberto para quem tiver vontade de também dividir suas vivências, notícias, artes, pensamentos... enfim, diferenças que nos apontem a construção de um ser humano melhor.

escadaria da Gruta Azul
Chapada Diamantina/BR 
Seria este mais um OUTRO ESPAÇO... Se vai “servir” para alguém, não sei responder; o primeiro espaço já serviu, e muito, para mim! E eu já sou um.

Se digo que quero um mundo melhor, começo melhorando eu mesma dentro do meu próprio mundo.

Um forte abraço!

Flávia
Bahia, julho 2013



Envie para OUTRO ESPAÇO!:





quinta-feira, 25 de julho de 2013

Apresentação de palhaço em comunidade indígena.


Palhaça CHIMOMI 
em
CHIMOMI na Tekoa
Uma apresentação Clownesca numa 
Comunidade Indígena!

Num domingo chuvoso em Ubatuba, cidade do litoral norte de São Paulo, ocorreu um inusitado episódio: uma apresentação de clown numa aldeia indígena.
  
Dezembro de 2012. No cume de uma montanha na Mata Atlântica, no Sertão do Promirim, fica a Tekoa Jaexaa Porã, que ali chegando torna-se dispensável explicar o porquê “Aldeia Boa-Vista ser a tradução para o português.

E lá fomos nós: Ceci com seu esposo, Wiliam - que alegremente acataram a minha idéia da apresentação -, e eu com toda minha parafernália cênica. Agradeço vocês por terem topado a rara empreitada comigo!

Wiliam cuidaria das fotos, e Ceci (que desenvolve um trabalho de pesquisa na área linguística sobre a tradição oral com a comunidade) já havia explicado e conversado com as lideranças pertinentes. Num primeiro momento eles não compreenderam claramente do que se tratava, que depois fui compreender o motivo, mas se interessaram pela idéia de uma apresentação para as crianças na aldeia. 

Chegamos e encontro um abraço carinhoso da matriarca da etnia, Dona Jandira Rosa Paraguassu. Uma das jovens lideranças, Mario K. Tataendy diz que não estava sabendo e que não poderia ficar.

Chove aqui, senta acolá, espera um pouquinho ali... tudo sem nenhuma pressa... passa cachorro, galinhas com seus pintinhos; e vejo surgir uma criançada curiosa mas hesitante, não se aproximam muito de mim.
Não pudemos conversar: em função da idade as crianças ainda não foram alfabetizados na língua portuguesa. Soube que elas pouco saem da Aldeia, que o professor bilíngüe é um membro da própria comunidade e a escola estadual ali possui verba federal. Aquelas crianças conhecem o guarani. E eu não.

Definido o local, um pequeno galpão semi-abandonado em que funcionava o ex-centro comunitário, levo minha roupa e maquiagem para a “oca” de alvenaria mais próxima, onde me apronto... e intuitivamente não carrego na maquiagem.

Começa a música de entrada, selecionei um chorinho de Chiquinha Gonzaga.  
Caminho clownescamente pelo mato e pela chuva em direção ao galpão.
Que surpresa! As crianças nunca viram um palhaço e se assustam com a minha chegada: fecham os olhos, viram a cabeça, escondem o rosto com as mãos...

Clown CHIMOMI se assusta com o susto de ter assustado!


E continuo: elas desviram a cabeça, abaixam as mãos, começam a olhar para mim...
Mantenho: pandeiro, música, bola de contato, expressões. Pantomima.
Meu personagem nada verbaliza.
Vejo os risos, os sorrisos com monossilábicas expressões de surpresa.... elas começam a imitar meus gestos e expressões faciais!






Quarenta minutos depois retorno à “oca”, finda a apresentação. 
Me troco e desfaço a maquiagem.
Volto ao galpão.

Ceci, interrogada por Dona Jandira quer saber a respeito de cesto que uso em cena. Segundo D. Jandira cesto daquela região não era, e disse ainda que, pelo tipo de material e feitura, foi confeccionado pelo subgrupo da etnia guarani que habita o norte do Paraná.
Eu, impressionada com a pergunta, confirmo a resposta: o cesto foi presente de minha irmã Fábia, que naquele estado vive com meu cunhado, e lá comprou dos próprios índios o artefato.

Sento no chão, próximo às crianças, que me sorriem. Sinto que todo meu corpo também sorri: elas se aproximam e tocam minha boca, meus olhos, meus cabelos, pegam meus óculos. Sobem no meu colo, abraçam minhas pernas e braços... me mostram os brinquedos delas, querendo que eu os segure. Naqueles instantes nada falamos e muito brincamos!!!

D. Jandira me sorri. De fala sucinta, mansa e sincopada, diz que ela e as crianças gostaram da apresentação. Eu também! E muito!




Até onde se sabe, nunca antes ocorrera nenhum tipo de apresentação na Aldeia, ninguém antes fora ali com este intuito. As crianças viram uma apresentação pela primeira vez, e aí entendi o susto inicial com o palhaço, com a musica, com meus objetos cênicos.
Tomara que demais pessoas, artistas ou não, abram espaços - primeiro dentro de si! - para que possam acolher a alegria de aprender ali o que com eles aprendi. 



A todos, 
muito obrigada por isto,
a´evete

Flávia Cunha
Bahia, Fev/2013



OBS: As belas imagens foram registradas pelo Wiliam, e editadas por mim.
Também acrescento uma nota que Ceci me enviou:
“Não há um consenso na ortografia das línguas indígenas; é um processo em construção. Portanto, vamos encontrar diferentes formas de grafar as palavras, dependendo do dialeto dos subgrupos e dos critérios de descrições linguística”.
Sobre um dos trabalhos de Ceci com etnias indígenas, acesse:


Para saber mais sobre Palhaça CHIMOMII: 
http://flaviacunhaflavia.blogspot.com.br/p/palhaca-chimomi.html





domingo, 5 de maio de 2013

UM VAGA-LUME_H.G.

Quando li este texto na net tive vontade de colocá-lo aqui... quando você ler entenderá o porquê!!!
Super curto, mas belíssimo...




Um Vaga-Lume

               O trecho abaixo pertence, originalmente, a um email que Halu Gamashi escreveu a um amigo. Resolvemos também colocá-lo à disposição de todos na internet devido à importância e utilidade do conteúdo.


       “Eu acredito que pensar nas pessoas que amo amplia a minha humanidade, aumenta as minhas chances de humanização. É vital, primordial, pensarmos nas pessoas que amamos - todos os dias - para nos mantermos ligados à luz neste terrível momento de treva, no qual o planeta aprofunda na escuridão. E a treva, abundante, nos cega e nos põe surdos.
         Pensar em quem amamos, diariamente, sempre foi e sempre será a grande Arca de Noé que nos impediu (e impedirá) de naufragarmos nas águas mal-afortunadas, crescidas, avolumadas dos pântanos da mágoa, do terror e do egoísmo. 
         Eu venho vivendo, aqui, os meus dias buscando - neste labirinto - seguir as pegadas e rastros das pessoas nobres da espiritualidade, que deixaram, nos seus caminhos, vaga-lumes.
         Quando tenho dúvida, paro, penso e espero um vaga-lume aparecer. Quando estou certo, vou no meu rumo, acreditando no que faço, no prazer e com o prazer pelo que faço.”

                                                                   Halu Gamashi
                                                                                                        maio 2013 


Texto retirado de:
http://halugamashi.no.comunidades.net/index.php





sexta-feira, 3 de maio de 2013

sábado, 3 de novembro de 2012

Escolher, eleger, edificar - HALU GAMASHI

Texto publicado em: http://halugamashi.blogspot.com.br/




                                                  Escolher, eleger, edificar


Até que ponto temos consciência do quanto as nossas escolhas elegem e edificam o coletivo?

Aqui, no Brasil, acabamos de eleger os nossos prefeitos e o que elegemos já se organiza para direcionar a eleição dos nossos governadores e presidente da República.

Até que ponto, como indivíduos, temos consciência da nossa responsabilidade por tudo o que acontece no cenário nacional?

Quando veremos que corruptos somos nós, eleitores?

Quando perceberemos que administramos a nossa casa com as mesmas deficiências com que elegemos os nossos representantes?

Corrompida está a nossa alma e é impressionante o quanto podemos ver isto na politica e o quanto não conseguimos ver em nós mesmos. A nossa imaturidade nos leva procurar culpados pela nossa deficiência e aí quanto piores forem os nossos representantes mais justificada estará a nossa imaturidade e irresponsabilidade pelo nosso crescimento tanto quanto individuo, tanto quanto povo e nação.

Todo político tem o eleitor que merece.

Eu tenho esperança que apareça um dia um administrador público que queira selecionar os seus votos, que queira escolher os seus eleitores porque, de verdade, não existe “cabresto” sobre eleitor. São os eleitores que colocam o cabresto no administrador público, piorando-o enquanto pessoa, definhando os seus ideais, empobrecendo as suas lutas para caber no voto do eleitor que o elege.

É muito comum ouvir que o politico que chega ao poder abandona os seus sonhos ou, como o povo diz “chega lá em cima eles entortam” e enquanto não entorta o povo não elege.

 A origem do mensalão esta no salário que ganhamos para não cumprir com as nossas obrigações. Quantos mensaleiros não existem em nosso pais? Nesta conta eu incluo toda e qualquer pessoa que não se responsabiliza por cumprir a sua parte.

O crescimento pessoal é a mola mestra que incentiva o crescimento coletivo. Queremos crescer enquanto pessoas? Que tipo de crescimento almejamos? Será que o Brasil está pronto para ser administrado por políticos honestos que se sentiriam totalmente a vontade para cobrar honestidade dos seus liderados?

Quando todas estas perguntas passarem verdadeiramente a fazer parte do nossos questionamentos internos, quando entendermos que espiritualidade e cidadania são forças para nos construirmos como cidadãos pensantes e responsáveis, poderemos mudar tudo o que está acontecendo.

Aqui fica o meu pedido, senhores administradores públicos, mantenham-se em seus sonhos, nos seus ideais e quando fizerem campanha selecionem o seu eleitor. O que você vai fazer com um eleitor que quer minar as suas realizações?

Fica o meu pedido a todas as pessoas: vamos lutar para sermos seres humanos melhores, pai de família melhor, mãe de família melhor, motorista melhor, pedestre melhor porque desta melhora é que teremos a oportunidade de eleger políticos melhores. Quer melhorar a saúde pública? Melhore a saúde na sua casa, na sua mente, na sua alma que ai você reconhecerá no outro o seu próprio crescimento.

Pedindo paz ao mundo,

Halu Gamashi



sábado, 15 de setembro de 2012

Programa HALU - Novos Horários!



NOVOS HORÁRIOS!

falando e ouvindo na 

Diariamente acontece um
NOVO PROGRAMA 
sempre às 22h 
(horário Brasil).

Ocorrem no dia seguinte 
REPRISES : 
às 04h00
às 12h00
às 16h00
(horários Brasil).

 Para quem ainda não conhece:

Participe e compartilhe!!! 
Vale muitíssimo a pena!











domingo, 26 de agosto de 2012

Do micro ao macro! - Universos

O link abaixo relaciona diferentes universos dentro do Universo!

Do menor que se conhece ao maior que a escala humana concebe.

Mova a barra para direita e esquerda as escalas vão mudando;
e clicar em cima do desenho aparecem mais informações também.

http://apod.nasa.gov/apod/image/1203/scaleofuniverse_huang.swf 

Para crianças e nós também;
é bastante interessante, vale a pena ver!






quarta-feira, 18 de julho de 2012

Sobre a Depressão - parte II


Texto da filosofa e escritora HALU GAMASHI, tão importante e lucido quanto o primeiro:

Acessado de: Terreno Baldio


SINTONIA E SINCRONICIDADE COM A DEPRESSÃO - parte 2

"Eu sei que existem muitos tipos de ansiedades e depressões, mas também sei que existe imunidade emocional. A imunidade emocional, além de nos fortalecer para a vida, para as expectativas e para as perdas, nos ajuda a combater todo e qualquer tipo de doença. 

Mente sã, corpo são. 

Emocional sadio, humor fortalecido. 

Por isso insisto: é extremamente importante estarmos alertas para pessoas e lugares que nos sentimos aceitos e acolhidos e, principalmente, não precisar ser amado por todos. 

Uma pessoa que recebeu muita depreciação tem grande tendência a sofrer depressão. 

A depreciação mina a nossa coragem para arriscar, para superar e, como dizia Aristóteles , a coragem é a melhor das virtudes, porque ela, a coragem, fortalece todas as demais. Ainda citando os gregos, é importante lembrar que coragem é uma ação com o coração e tudo o que tem que acontecer tem muita força. 

É preciso estar alerta para todos estes pensamentos. A nossa alma, o nosso anima, precisa estar alimentado, estimulado e animado e quem nos oferece estes combustíveis são as pessoas que nos amam apesar de qualquer pesar. 

Quando não nos aceitamos criamos um monte de personagens para agradar e esta é a pior autodepreciação que um ser humano pode praticar. 

Curar a depressão é insistir na espontaneidade, na fluidez, luzindo as nossas verdadeiras cores para atrairmos os nossos verdadeiros amores. 

Um dia eu estava muito triste e o que me levantou foi uma frase que emanou do centro da minha coragem: “Procurar essências parecidas é um direito, encontrá-las é um prazer.”. 

Por isso escrevo procurando as essências parecidas que fortalecem a minha jornada. Quando recebo um email comemoro, sei que por aí, por este mundo todo, existem pessoas que são essências parecidas com a minha e isto me faz acreditar, confirmar que existe um espaço para mim em muitos corações. Este é o melhor remédio para prevenir a angustia, a ansiedade e a depressão. Não esqueça de luzir as suas cores. Eu estou luzindo e transluzindo as minhas. 

Com amor por todos aqueles que tem coragem de se aceitar e que fortalecem pessoas a se aceitarem também, 

 Halu Gamashi"



sexta-feira, 6 de julho de 2012

Corpo, Alma, Paranormalidade


Recebi hoje esta matéria 
- que foi ao ar originalmente em 1997 - 
mas cujo tema central é atemporal.

A terapeuta e escritora
Halu Gamashi,
aqui entrevistada por
Amaury Junior e Anna Sharp, 
trata de diferentes assuntos
com impressionante clareza, objetividade e inteligência.

Independentemente de religião ou credo,
há aqui um importante conteúdo:
parabéns a todos pelo excelente registro. 











quinta-feira, 7 de junho de 2012

Sintonia e Sincronicidade com a depressão - Halu Gamashi


Recebi hoje este texto; considero muito pertinente ao momento coletivo que estamos vivendo. 


  Sintonia e sincronicidade com a depressão.
                                                                                               Halu Gamashi

Existe uma diferença entre o leigo e o autodidata, embora, esta diferença, não se expresse com clareza nas definições legais.

Eu não tenho nenhum diploma que me autorize a filosofar sobre um tema tão erudito.

Dito, o não dito, lá vou eu.

 A minha vida me levou a conviver com muitas pessoas, o que me estimulou a estudar pessoas. Li, li muito. Experimentei mais do que li e, dentro deste plano de observação, somado às minhas experiências pessoais, compreendi que a depressão é a capa que esconde uma doença pior; a baixa, bem baixa, sumida, estima.

Quando a estima desaparece o nosso primeiro movimento é eleger reis, autoridades e juízes. Este é o caminho de quem não tem autoestima, é como se, “se alguém importante gosta de mim é porque eu ainda tenho algum valor”.

Vamos abrindo mão da nossa vida, opinião, preferências e auto orientação. Trocamos tudo para que pessoas ilustres nos ensinem a “auto ajuda”, lemos livros que querem nos auto ajudar e não percebemos a ironia, expomos as nossas idiossincrasias que passam a ser medidas e rotuladas por estes juízes. Nesta trajetória, vamos tentando inventar alguém que não somos.

A ausência de autoestima não nos permite olhar para o espelho, em uma inversão narcísica nos tornamos o anti narciso e tudo o que é espelho este neo-anti-narcisista acha feio.

Pronto! Colocamos o pé na depressão e o peso do que não somos se transforma em toneladas, nossa segurança racha, racha o chão. Todo território embaixo dos nossos pés esta rachado por carregarmos tantos pesos que não nos pertencem e, ainda, de sobra, também continuamos carregando o peso real escondido sob a capa da depressão até que o falso superego, criado por nossos juízes, também perde a sua estima. Um silêncio triste toma conta da nossa garganta e a capa da depressão esta cada vez mais forte e robusta para esconder e cobrir tudo nosso que está ali dentro.

Esta é a nossa chance de cura.

Depressão é um território rachado que nos favorece refletir todos os pesos que estamos carregando. Quando temos a coragem de tirar estes pesos, ou seja, nos afastamos das pessoas que nos desestabilizam; de falsos amores, dos ágios e pedágios de carinhos, ternuras e promessas que estacionam na promessa e nunca se concretizam damos o primeiro passo para sair da depressão.

Agora é preciso encarar o espelho. O que há em mim que eu julgo que os outros não irão aprovar? Feita a lista é hora da pílula amarga: assumir! Tá difícil? Assuma! Assuma você, caso contrário vai sumir com você. Não suma, assuma! Pessoas vão se afastar? Vão sim... Vão falar mal de você... Vão inverter... Vão distorcer verdades... Principalmente, vão estranhar...

Não perca a medida, não se transforme em arrogante, coloque-se dê limites aos outros e a si mesmo. É primordial não se transformar em um peso para deprimir outros. A ideia aqui não é vingança, não são rompantes desnecessários, se você for por aí a capa da depressão voltará mais forte.

As vezes penso que a depressão é “a principal protetora da sociedade” na qual uma parte desta sociedade deprime e adoece, consta como número, como estatística que visa a padronização humana. Se houvesse menos deprimidos esta “sociedade” que ai está, muito bem casada, muito feliz nos álbuns de retratos fosse um número bem menor.

Não seja um número, seja você. Conte com você, acredite que há espaços para as suas idiossincrasias, para as suas escolhas pessoais, porque, a casa do Pai tem muitas moradas, infinitas moradas e infinitas sociedades.

Esta é a opinião de uma autodidata, ou de uma leiga, como o leitor preferir, sobre o erudito tema da depressão.

Com carinho por todos que tiveram força para se assumir, assumir o seu lado humano, assumir as suas diferenças e que botaram o seu bloco na rua,


HALU GAMASHI







domingo, 3 de junho de 2012

FILMES E MÚSICAS

FILMES E MÚSICAS

Há tempos venho conversando com amigos e colegas (alguns também atuan na área de educação, outros não) sobre filems e musicas atuais, sobre as propostas contidas em muitos dos materiais voltados para crianças e pré-adolescentes. E o consenso é sempre o mesmo:
a duvidosa qualidade da informação transmitida...

De certo modo até me alegra perceber que não sou a única preocupada com o que está sendo disponibilidado para esta (nossa) geração.
Mas, para mim, a questão não é somente "esta péssima qualidade".
Ao meu ver, a grande questão é: os tipos de filmes, seriados, músicas aos quais estão (estamos!) massissamente submetidos (nos submetendo!) sem, paralelamente, ter algo que desenvolva a crítica, a autocrítica, o respeito, o pensar e o bomsenso.

Facilmente podemos conceber o seguinte impacto: de um lado a pressão da midia, já muito forte, ampla e cada vez mais global; e de outro a falta ou excasez de suportes adequadas para acomodar o que estão (estamos!) assimilando desta pressão, aliada a parcos estímulos para desenvolver capacidades e valores afetivos, intelectuais e de convívio social.

Neste atual descompasso está o adulto de amanhã.  

Considero importante conversar, explicar, para a crianças - até mesmo porque sempre entendem muito mais coisa do que nós, adultos, imaginamos! É ou não é?! Há situações em que acabamos subestimando as opiniões e raciocínios da raia miúda. E eles têem e detêem a informção: está aí, dentro e fora do computador, na casa, na escola, na lan house, na lanchonete, na casa do colega, no celular.

Neste sentido, o "proibir por proibir" não faz mais sentido: importante  que compreendam o que está acontecendo, ao tipo de informação que estão (estamos!) sendo submetidos e por quê, o que estão (estamos!) assistindo e por quê.

Podemos considerar isto um incentivo ao desenvolvimento do pensamento crítico e autônomo.
E, se estamos dizendo que queremos um amanhã com pessoas mais lúcidos e conscientes, isto é um começo. 
(obs: pensamento crítico: critica aqui é a faculdade mental de perceber o que está acontecendo, de analisar e ter suas próprias opiniões. E, para isso, é preciso conhecer, ampliar o repertório culural, social, histórico).

Reconhecendo a minha dificuldade e a dos meus amigos e colegas em encontrar filmes/musicas cujos conteúdos despertem a imaginação, a amizade, a convivência com o diferente, a união, o respeito perante aquilo que não se concorda, resolvi disponibilizar abaixo uma lista com alguns filmes que já usei/uso como material paradidático.
 
Caso a idéia seja usar o filme como base para discussão de temas, interessante que o "adulto" assista antes, conhecendo e pesquisndo de antemão o conteúdo.

Sigo atualizando o "acervo" ao assistir, ouvir e encontrar mais coisas bacanas por aí!

 Um bom filme e uma boa conversa!!!!

Flávia




LISTA 1


FILMES DESENHO ANIMADO:

A lenda dos guardiões
Procurando Nemo
Robôs
Monstros S.A.
Planeta 51
O galinho - Chicken Litlte
O Pequeno Stuart Little
Os incríveis
Happy Feet
Ratatouille
Wall-E
Irmão Urso
Madagascar 1, Madagascar 2
Shrek 1, 2, e 3
O Rei Leão 1, 2, 3
Kung Fu Panda 1, 2
A Era do Gelo 1, 2 e 3
Toy Story 1, 2 e 3


FILMES:
A chave Mágica
Shark Boy e Lava Girl
O ultimo mestre do ar
Karate Kid (nova versão)
Tainá 1 – uma aventura na Amazônia
Tainá 2 – a aventura continua
A bússola de ouro
Cocoricó
O pequeno Príncipe (1º Filme, de 1973)


Os trabalhos da dupla “Palavra Cantada” (CD´s e DVD´s) são uma boa pedida, 
além dos epsódios do programa "Castelo Ra Tim Bum - TV CULTIRA".